Capítulo 4 – Bruce Wayne

É noite em Gotham. Oswald Cobblepot está em seu escritório, fumando como de costume, absorto em pensamentos. Ele planeja, procurando antecipar o movimento de seus inimigos. Foi assim que ele venceu seus obstáculos e chegou onde está. Hoje ele tem muitos problemas para pensar e poucas soluções lhe veem a mente, mas seus planos vão ter que sofrer mudanças em breve.

De repente tudo fica escuro. Apenas a luz dos prédios vizinhos entrando pelas frestas das cortinas produzem uma fraca iluminação. Cobblepot ergue a mão em direção ao comunicador sobre sua mesa, mas tem o movimento interrompido por uma mão enluvada que segura seu pulso.

-Não se dê ao trabalho Cobblepot. Tudo que é eletro eletrônico parou de funcionar aqui na sua cobertura. A voz soturna vem de uma figura alta e na escuridão mal se distingue algo além da capa que cobre seu corpo e de uma máscara que cobre quase todo o rosto. Cobblepot não está com medo, seu espírito negociador fala mais alto. E afinal de contas ele ja enfrentou situações mais perigosas antes.

-Então finalmente tenho o prazer de conhecer o famoso Batman. Diz com a voz firme.

O vulto escuro contorna a mesa sem nada dizer e agora está na frente de Cobblepot.

-Em que posso lhe ajudar?

-Qual o seu envolvimento com Jonathan Crane?

-Que tipo de envolvimento eu teria? Diz Cobblepot com um meio sorriso.

Batman não responde. Agora Cobblepot fica sério.

-Eu vi Crane no noticiário. Não tenho nada a ver com um fabricante de drogas lunático. Meus negócios são honestos e…

-Eu sei muito bem por que você saiu de Atlantic City. Eu varri a máfia de Gotham e a criminalidade caiu. Você pode ter visto uma oportunidade de estabelecer seus negócios sujos aqui, já que não há concorrência, mas eu lhe aviso essa é a minha cidade e isso não vai acontecer.

-Sua cidade? Cobblepot quase gargalha ao dizer a frase.

-E quem lhe deu a chave da cidade? Até onde eu sei você está muito mais fora da lei do que eu. Meus negócios são legítimos, eu não me escondo atrás de uma máscara e…

-Você tem algum envolvimento com Jonathan Crane ou não?

-Não. Não tenho e nem pretendo. Ele é um criminoso e eu sou um homem de negócios.

-Vou ficar de olho em você Cobblepot, Batman fala enquanto contorna novamente a mesa se posicionando atrás de Cobblepot. -Fique na linha e não vai precisar se preocupar com outra visita minha.

Cobblepot se virá em sua cadeira para responder, mas Batman já havia sumido. Por alguns instantes fica pensativo. Então as luzes voltam a acender e ele percebe um pequeno objeto circular colado em seu pulso.

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Na caverna Batman e Alfred estão em frente aos monitores do computador.

-Então Cobblepot negou tudo não é? Alfred diz com certa ironia na voz.

-É claro, mas por isso gravei nossa conversa e agora vamos analisar o quão sinceras foram suas respostas. Batman insere o arquivo da gravação no computador e ativa um programa polígrafo que irá escanear a voz de Cobblepot e verificar a veracidade na sua voz.

-O senhor confia mesmo nesse artifício?

-Bem, o programa não é cem por cento confiável e o medidor de batimentos cardíacos não é tão preciso, mas qualquer indício que ele fornecer pode ser útil. Fiz perguntas bem diretas a Cobblepot e só preciso saber uma coisa.

O programa processa as informações por poucos segundos e em seguida apresenta os resultados. Cobblepot não mentiu quando disse que não tinha envolvimento com Crane, mas pareceu não ter certeza sobre isso quando foi perguntado pela segunda vez.

-Talvez Crane tenha tentado uma aproximação e não conseguiu, ou vice-versa, diz Alfred.

-Mas se foi isso, quem deu todo o suporte para Crane na sua operação?

Alfred fica pensativo e agora só se ouvem os pingos de umidade que caem das paredes da caverna e um suave guincho de morcegos ao fundo.

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Cobblepot convocou uma reunião no porão de um de seus hotéis. Ele sabe que o momento de agir chegou. A invasão de Batman e suas acusações o deixaram irado e algo precisa ser feito. A conversa que tiveram prova que Batman está de olho nele e isso pode atrapalhar os planos futuros que tem com seus associados. Será mais fácil para todos se Batman já não estiver mais na ativa. Porém uma coisa Cobblepot concorda com Batman, a cidade é dele.  A polícia faz vista grossa para suas ações, o prefeito não se manifesta e os criminosos se encolhem de medo. Alguém precisa ter a coragem de tomar uma atitude. Cobblepot esta convencido que essa pessoa é ele. Na sala mal iluminado fala para alguns homens que estão na penumbra.

-Senhores, como todos já devem saber temos um problema com o vigilante de Gotham. Indo direto ao assunto, precisamos eliminá-lo. Temos planos grandiosos para o futuro, mas Batman não se encaixa neles. Ele é uma ameaça que pode acabar com tudo antes de sequer começarmos. Ele já prendeu uma das peças mais importantes do plano e agora sei que ele esta de olho em minhas atividades. Portanto vamos colocar em prática o que já estávamos preparando e vamos acabar logo com este morcego.

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Na sala de diretor do Asilo Arkham, o herdeiro do fundador aguarda a chegada de uma visita incomum.

-Dr. Arkham, o senhor Bruce Wayne já está aqui.

Arkham autoriza sua entrada e levanta-se para receber seu visitante.

O homem vestido com um terno elegante e de corte moderno entra na sala. Sua expressão jovial e os modos casuais não parecem ser os do dono de uma das maiores fortunas do país. Mas é assim que ele é, um jovem bilionário que herdou tudo e que só sabe aproveitar a vida sem nenhuma preocupação, pelo menos assim avalia Arkham. Após as saudações Wayne e Arkham sentam-se e começam a conversa de fato.

-Parece um pouco abatido senhor Wayne.

-Com tudo que aconteceu na última semana? Era de se esperar. Lucius não é apenas um executivo da minha empresa, ele é meu amigo. Fiquei muito chocado com o que aconteceu e por isso tive que adiar nossa reunião.

Arkham adota uma expressão quase paternal.

-Eu entendo perfeitamente. Mas a que devo a honra da visita do presidente da Fundação Wayne? Emenda Arkham, mostrando que não está disposto a jogar conversa fora.

-Isso não é necessário doutor. O cargo de presidente é apenas simbólico, diz Bruce sem perder a expressão bem humorada.

-Quem realmente administra a fundação é a Dra. Leslie Tompkins. Mas uso meu prestígio para angariar doações para a fundação quando necessário.

-Mas creio que não foi para isso que o senhor veio aqui hoje.

-Absolutamente. Como sabe a fundação Wayne foi criada pelo meu tio-tataravô Joshua Wayne e que meu trisavô Alan criou o projeto arquitetônico do prédio em que estamos.

-Estou ciente.

-Pois bem, desde muito tempo nossas famílias colaboram mutuamente…

-Mas não tão amigavelmente, dizem as lendas familiares, pelo menos.

-Mas isso é passado. E o que ficou lá não importa mais.

-Creio que sim. Mas não foi para relembrar fatos históricos que nos reunimos aqui hoje não é mesmo?

-Certamente que não. Recentemente o senhor apareceu muito no noticiário…

-Senhor Wayne, tudo que eu precisava falar sobre esse assunto já foi tratado com a polícia…

-E a imprensa. Depois dessa última interpelação, Jonathan Arkham faz uma pausa e adotando uma expressão muito sério apenas olha para Bruce Wayne.

-Entenda doutor, o que o senhor faz e seus motivos não é de minha conta. Só fiquei curioso em como seria ter como interno o doutor Crane. Talvez seja o interno mais célebre que o asilo já teve.

-Sim, o doutor Crane é um membro muito respeitado do meio acadêmico, que infelizmente sucumbiu a uma enfermidade mental e hoje se encontra aqui. A expressão de Arkham ao dizer tudo isso exala confiança e tranquilidade.

-Não sou especialista, mas acredito que ele sofra de alguma doença grave e muito rara, afinal o fez virar um fabricante de drogas. Que doença seria essa?

Agora Arkham não consegue esconder uma ponta de irritação e isso aparece em sua resposta.

-Não posso tratar de detalhes sobre o meu paciente.

-Seu paciente? Não sabia que tratava diretamente com os enfermos, achei que o senhor apenas administrava o asilo.

Arkham parece um tanto quanto abalado com essa afirmação e responde com pouca convicção na voz.

-Eu me expressei mal senhor Wayne. Todos aqui dentro são meus pacientes. Tenho um apreço especial por cada caso aqui.

-Claro eu entendo. Mas casos como o de Crane acabam chamando a atenção para o asilo. Quando o caso veio a tona resolvi investigar um pouco sobre a relação do asilo com a fundação e descobri coisas bem intrigantes.

Nesse momento o doutor Arkham não consegue esconder um olhar de surpresa e também de apreensão sobre o que poderia vir a seguir. Ele pensa em falar algo, mas sua garganta trancou e o suspense no ar lhe tira o fôlego. Bruce Wayne obviamente percebe tudo isso. Observar a linguagem corporal é muito útil em interrogatórios, especialmente nesse momento, mesmo que Arkham não saiba que está sendo interrogado. Ele nota o nervosismo do doutor e emenda uma frase para lhe tranquilizar.

-Notei que a fundação não tem dado a devida atenção aos assuntos do asilo. Os repasses de recursos poderiam ser melhores e talvez até algum investimento em novos profissionais para atualizar o quadro de funcionários. Claro, ter um paciente famoso como o doutor Crane trouxe esse novo interesse, mas notei que o asilo merece bem mais do que teve até agora. Queremos o melhor tratamento possível para Crane e todos os outros internos.

-Fico muito contente em ouvir isso senhor Wayne.

-Como eu disse, meu cargo é apenas honorário, mas tenho uma relação muito boa com a Dra. Tompkins e tenho a certeza que posso interceder junto a ela para conseguir mais recursos para o asilo.

-Isso seria ótimo. Como posso lhe agradecer?

-Não agradeça ainda. Vou ver o que posso fazer e nos falamos novamente. Está bom para o senhor?

-Sim. Eu aguardo. Muito obrigado senhor Wayne.

Os dois se despedem e quando Jonathan Arkham finalmente fica sozinho, uma serie de dúvidas surgem em sua mente. Ele tem muito o que pensar no momento.

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Duas noites após a visita à Cobblepot, Batman patrulha Gotham. Como de costume fica no topo dos prédios, monitorando o rádio da polícia, observando as ruas próximas com binóculos ou aguardando alguma informação de Alfred, que nesse momento monitora centenas de câmeras espalhadas pela cidade. Seu transporte aéreo, o Morcego, está pousado em um telhado próximo para quando houver a necessidade de chegar até a ocorrência em pouco tempo.

Então Batman ouve pelo rádio que um sequestro está acontecendo no metrô e há um possível assassinato. A polícia já está a caminho, ele se dirige para lá também. Chegando ao local Batman visualiza o oficial Earle e se aproxima dele. Earle é um experiente policial, um dos poucos de confiança de James Gordon. Também um dos poucos que fica por perto de Batman quando ele se encontra com Gordon em alguma cena de crime. Quando Batman começou a agir na cidade sua relação com a polícia era conturbada, mas hoje, depois de tudo que aconteceu ele já é tolerado e consegue ter uma relação amigável com alguns policiais.

-Oficial Earle, diz Batman ao chegar silenciosamente por trás do policial e seu parceiro novato.

-Mas que merda, quer me matar de susto? Diz o novato quase saltando do chão.

Calma garoto. O grandão aqui tem essa habilidade de chegar sem fazer barulho, logo você acostuma. E aí Batman, já sabe o que está acontecendo?

-Me atualize.

-Segundo os relatos que já colhemos das testemunhas um doido usou explosivos para separar o último vagão do trem, diz Earle. –Alguns passageiros fugiram na confusão, mas um foi impedido e parece que está morto. Os que estavam atrás dele recuaram e agora são reféns do maluco.

-Alguma exigência, pedido de resgate?

-Não Bats, mas eu acho…

Batman já havia sumido.

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O doutor Jonathan Arkham trabalha no asilo que leva o nome de sua família desde que saiu da faculdade de psiquiatria. Depois disso continuou suas pesquisas sobre a mente humana, sempre tendo os pacientes do asilo como objetos de estudo. Arkham nunca teve especial apreço por nenhum interno. Para ele o conhecimento e seus interesses pessoais eram mais importantes do que tudo. Esse sentimento de megalomania foi crescendo com o passar dos anos, fazendo com o que ele tivesse atitudes cada vez mais imorais, mas sem ficar com nenhum peso na consciência. Porém Arkham nunca atingiu a posição social, ou mesmo foi reconhecido por seus estudos como ele gostaria. Mesmo sendo hoje sendo o diretor do asilo, não sente-se valorizado, pois herdou a posição de seu pai, Bartholomeu Arkham. Agora parece que um do seus projetos pode se concretizar, mas Arkham precisa da ajuda de Crane que não está inclinado a colaborar. O diretor se dirige para a cela de Crane e vai tentar mais uma abordagem com o teimoso doutor. Mas a paciência de Arkham é cada vez menor e se Crane não colaborar, sofrerá consequências. Outros já tentaram me atrapalhar e seu fim não foi nada agradável, pensa Arkham.

Ao entrar na cela Crane lança um olhar insatisfeito para Arkham.

-Você de novo? Não desiste facilmente não é?

-Doutor Crane, você teve bastante tempo para pensar na minha proposta. Espero que hoje tenha uma resposta que me satisfaça.

-Não crie esperanças bom doutor. Não pretendo trabalhar com o senhor. Não vejo como tirar vantagens dessa sua experiência…

-Não me decepcione Crane. Esse composto químico seria extremamente vantajoso em mãos corretas. Uma droga que propicia o controle da mente humana? Poderíamos alcançar todos nossos objetivos. Obviamente esse não é um composto para a indústria farmacêutica, mas podemos usá-lo em nosso benefício. Homens como eu e você são constantemente subvalorizados. Mas nossos conhecimentos e intelectos estão muito a frente da grande maioria. Essa droga seria apenas um meio para atingirmos o sucesso que nos é merecido.

Em parte eu concordo com você. Mas eu estou preso aqui. Agora sou um criminoso aos olhos da sociedade. Que benefício eu tiraria disso tudo? Não sairei daqui tão cedo.

-Mas eu tenho o controle dessa situação. Eu coloquei você aqui ao invés do presídio. Posso facilitar sua saída em alguns anos…

-Anos? Crane quase grita ao dizer isso. -É disso que estou falando. Eu seria o meio para atingir os seus objetivos, enquanto apodreço aqui. Não doutor Arkham, eu não vou ajudá-lo.

Ao ouvir essa última frase Arkham adota uma expressão de fúria. Até agora tentou tratar a situação com diplomacia e respeito ao doutor Crane. Mas Arkham não mede esforços para alcançar seus objetivos. Sempre foi assim e ele não ira mudar agora. Se Crane não irá ajudar por bem, pensa Arkham, ajudará de outra forma. Mas antes de liberar a raiva que sente Arkham respira fundo e prepara uma resposta muito mais contundente.

-Pois bem interno número um oito nove , aproveite a noite, amanhã seu tratamento começa. Espero reabilitá-lo para convívio em sociedade o mais breve possível. Mas se demorar bastante vai ser melhor ainda, Arkham quase não consegue disfarçar a satisfação ao dizer essas palavras. Então vira as costas e sai da cela antes de Crane esboçar qualquer resposta.

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No subterrâneo Batman vê o vagão ao longe que está na ponta da plataforma, com o túnel que liga as estações atrás dele. De onde ele está é possível ver cinco pessoas. Alguém se esconde atrás delas, sem identificação. Não houve tempo para planejamento, então Batman pensa em adotar a abordagem furtiva, sempre uma boa opção. Chegar próximo ao vagão e atingir o seqüestrador, sem negociações. Usando as sombras do túnel se aproxima mais do vagão. Há um homem morto na plataforma. Pelo sangue no pescoço parece ter sido degolado. Que tipo de maníaco faz isso? O que pretende? pensa Batman. Será que esse idiota acha que vai sair daqui tranquilamente?

Mais próximo Batman percebe que o seqüestrador se cercou dos reféns de forma a não ser atingido pelos atiradores de elite da polícia que logo devem chegar. E Batman não tem nenhuma arma que possa usar sem atingir os reféns. Talvez seja inevitável negociar, pensa Batman. Ele sobe na plataforma iluminada e se aproxima do vagão de braços erguidos. De dentro do vagão ecoa uma voz alta: – Batman! Que bom que você veio. Nisso o criminoso sai do meio dos reféns e salta por uma janela previamente quebrada. Ele parte veloz túnel a dentro. Batman verifica os reféns e parte atrás do assassino e sequestrador. Ele facilitou tudo, pensa Batman. Agora é só você e eu.

O bandido correndo a frente de Batman é muito veloz e ágil. Não é nada fácil segui-lo de perto. De repente Batman começa a receber mensagens de Alfred através do comunicador. Porém a profundidade dos túneis atrapalha na recepção e Batman só ouve pedaços de palavras, sequest…, Fox,…

-Caverna repita, a transmissão está ruim. Repita.

Só ruído e pedaços de palavras. Até que por alguns instantes o som fica claro e a mensagem chega completa: -Lucious Fox foi sequestrado.

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Se aproveitando dos cantos escuros do asilo, Harley Quinn se esconde nas sombras para observar o doutor Arkham. Ela o vê saindo da cela de Crane e se pergunta porque não foi designado nenhum tratamento para ele até agora e porque ele está isolado? A jovem psiquiatra também está curiosa sobre a conversa que Arkham teve com Bruce Wayne hoje. Algo está acontecendo, pensa ela, e terei que descobrir o que é.

O doutor Arkham sempre confiou em Quinn, mas parece que agora ele trama algo sem a participação dela. Desde suas visitas a ala isolada levando drogas estranhas, passando pelos últimos acontecimentos, isso leva Quinn a desconfiar que o diretor do asilo não confia tanto assim nela. Porém não se abala, pois seus objetivos não serão frustrados por ninguém.

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